Confirme primeiro o ensino pessoal
Use este movimento somente se o terapeuta de mão o ensinou e autorizou pessoalmente. O folheto do Cambridge University Hospitals diz que exercícios passivos precisam de orientação do terapeuta; começar cedo demais após lesão pode afetar a cicatrização. Respeite suas restrições de cirurgia, órtese e movimento. Esta explicação não autoriza novo alongamento nem trata rigidez.
Encontre a articulação da base
Escolha o dedo indicado pelo terapeuta, não automaticamente o dedo médio. A grande articulação onde o dedo se une à palma é a metacarpofalângica ou MCP. A articulação do meio é a PIP e a próxima à unha é a DIP. Aqui a dobra pretendida fica na base, não no punho nem nas duas articulações menores.
Esclareça apoio e ajuda
As instruções MCP da Physitrack descrevem apoio abaixo da articulação e ajuda da outra mão para dobrar a base. Peça ao terapeuta que mostre seu apoio exato, contato e limite confortável. Mova devagar como ensinado e solte suavemente. Não puxe a ponta, torça o punho, force as articulações menores a ficar retas nem copie a pressão da capa. Amplitude, tempo, repetições e frequência são individuais.
Separe as tarefas próximas
Um gancho assistido dobra as articulações do meio e da ponta enquanto a base fica mais reta. Nos deslizamentos ativos dos tendões, os dedos formam posições por seu movimento, sem força da outra mão. A flexão isolada da articulação do meio trabalha a PIP. São tarefas distintas; autorização para uma não libera outra nem torna a ajuda progressão automática.
Registre instruções e respeite sintomas
Anote dedo, apoio e contato ensinados, dose pessoal e conforto. Se outra articulação assumir o movimento, pare e esclareça em vez de forçar um ângulo maior. Pare diante de dor, dormência, novo inchaço, travamento ou perda de controle e procure orientação individual. Não repita para testar sintomas. O guia inicial dá contexto. Fitonomy Mobility não oferece liberação clínica; traduções não estabelecem os idiomas do aplicativo.
